sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Filme | Annapolis

Olá! Já faz algum tempo que não vos trago uma opinião cinematográfica, pelo que hoje decidi fazê-lo e vir falar-vos do único filme que tive oportunidade de ver durante o mês de Outubro.
Título original: Annapolis
Ano: 2006
Duração: 1h48
Elenco: James Franco, Tyrese Gibson, Jordana Brewster, Donnie Wahlberg, Vicellous Reon Shannon, Jim Parrack, Brian Goodman e Chi McBride.
Género: Drama, romance.
Sinopse: "Após conseguir uma vaga na cobiçada Academia Naval de Annapolis, Jake Huard acreditava que todos os seus sonhos tinham sido realizados. Sem nada a perder, ele decide participar no violento torneio de boxe da Marinha, conhecido como The Brigade Championships, onde enfrentará seu arqui-rival Cole. Com a participação no torneio Jake tem a oportunidade de deixar  o seu pai orgulhoso, legitimar a confiança nele depositada e ainda defender os demais recrutas."
Opinião: Este filme conta-nos a história de Jake Huard que depois de muito cobiçar e lutar a fim de conseguir uma vaga na Academina Naval de Annapolis consegue-a e nem pensa duas vezes.
A sua passagem pela Academia Naval revela-se mais atribulada e menos simpática do que aquilo que ele inicialmente pensara-a: a competição entre os vários alunos está ao rubro e Jake terá que fazer algumas cedências e trabalhar em equipa porque a aprendizagem naquela Academia passa muito pelo trabalho em equipa e pela capacidade que os alunos têm de se ajudarem mutuamente, mas nem tudo é fácil, principalmente quando se verifica que há mais competição e necessidade de ganhar do que seria de esperar.
Jake acaba por ter alguns momentos mais fragilizados em que pondera desistir, mas acaba por nunca fazê-lo e este é o típico rapaz que defende os seus ideais do início ao fim mesmo que isso lhe custe umas quantas penalizações.
Embora de forma muito subtil, o romance entre Jake e uma das instrutoras da Academia vai-se desenrolando o que para mim se revelou muito positivo, uma vez que esse romance é abordado de forma muito discreta não se revelando um dos focos centrais deste filme.
Verdade seja dita, este acaba por ser o típico filme de Sábado à tarde, não o tivesse eu apanhado a dar na televisão num Sábado à tarde, mas que acaba por mostrar-nos muito mais do que o típico cliché.
Este filme é a prova viva de que devemos sempre lutar pelos nossos sonhos e desistir deve ser uma das palavras proibidas no nosso dicionário. A verdade é que as coisas nem sempre são tão fáceis ou exatamente aquilo que esperávamos, mas há que seguir em frente e ultrapassar todas as adversidades. Só pelo facto do filme passar essas ideias para mim já se revela muito bom.
Classificação: 
Algum de vocês conhecia ou já viu este filme?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Opinião | AVC do amor - Luís Abreu

Olá! Apesar de ter outras opiniões atrasadas de leituras mais antigas, decidi priorizar a opinião deste livro que me foi gentilmente cedido pelo autor em troca de uma opinião honesta que hoje partilho com vocês.
Título: AVC do amor
Autora: Luís Abreu
Editora: Chiado Editora
Edição/reimpressão: 2015
ISBN: 978-989-51-5311-4
Páginas: 112
Sinopse: "AVC do Amor é um texto de ficção, baseado na realidade e que relata, de uma forma “leve”, não espiritual e alegre a rotina diária de uma paralisia causada por um AVC. Neste texto, o autor, ele próprio tetraplégico, faz um relato muito verosímil e realista dessa condição, misturando-o com grandes paixões, com uma viagem a outra dimensão e com alguns episódios ligeiramente humorísticos.
Com várias histórias, AVC do Amor conta-nos alguns eventos passados na adolescência e na vida adulta de Rodrigo. Personagem principal que se recusa a acreditar no AVC e que, com a pertinência das suas questões, leva o leitor a duvidar da sua condição de tetraplégico. O autor guarda segredo da sua condição e nunca revela se está mesmo tetraplégico, deixando essa decisão ao leitor.
O texto percorre várias fases da vida de Rodrigo, personagem usado para o autor refletir sobre os múltiplos assuntos que o apoquentam negativa ou positivamente.
É uma obra desconcertante que provocará, de certeza, múltiplos sentimentos conforme o estado de espírito de cada leitor."


Opinião: Começo por agradecer ao autor deste maravilhoso livro, Luís Abreu, pelo facto de me disponibilizado o seu livro em troca de uma opinião sincera.
    Arrisco-me a dizer que este é daqueles livros que deviam ser lidos por toda a gente pelo simples facto de conseguir mexer com qualquer pessoa porque abre-nos os olhos para as pequenas coisas que nos passam ao lado diariamente.
    Este livro vai-nos dando a conhecer a história de amor de Rodrigo com a Petra e, posteriormente com Margarida que embora muito felizes desde o início, acabam por ter finais inesperados.
    À parte da vida amorosa deste, vamos conhecendo a vida dele antes e depois de se dar algo inesperado na vida dele: o avc.
Antes era tudo tão relativo e depois tudo ganha outra dimensão e passa a ter outro valor, pelo que a mensagem que tiro deste livro é que devemos sempre aproveitar os momentos ao máximo e dar o devido valor até às pequenas coisas e prazeres da vida.
    Gostei bastante da forma de escrita deste autor, ele presenteia-nos com capítulos curtos, sendo que cada um deles nos fala de algo diferente e quando faz referência a algo mais sério procura sempre fazê-lo de forma mais leve e humorística e essa deixem-me que vos diga que ele sabe perfeitamente como sabê-lo. Usar o humor para amenizar a seriedade das coisas, mas sem cair no erro de as relativizar em demasia.
    Na minha opinião, o Luís transparece no livro e na sua escrita tudo o que é e mostra-nos como está bem resolvido - dentro dos possíveis obviamente – e procura constantemente fomentar a sua felicidade e contribuir para a dos outros.
    Um verdadeiro exemplo de vida que devem seguir e não deixem de ler este livro maravilhoso!

"Que terapia descobri ao escrever, no caderno de capa preta onde me confesso, as respostas anónimas de todos aqueles desconhecidos aos meus anseios, aos meus receios, as respostas às perguntas que só a mim tenho coragem de fazer."
Pág:74
Classificação: 


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Entrevista | Sofia Costa Lima

Olá! Confesso que já tenho esta entrevista preparada há uns tempos, contudo ainda não tinha tido oportunidade de a publicar aqui no blog, mas depois de uns dias muito parados aqui no blog decidi que era a altura certa para a partilhar com vocês.

1. Começando por quando tudo começou. Como é que o gosto pela escrita entrou na tua vida? Desde o teu primeiro contacto com a mesma que manifestaste o desejo de vir a editar e publicar um livro ou isso só aconteceu mais tarde?
Sempre gostei de livros mas, inicialmente, nunca pensei escrever um. Gostava de ler e de imaginar histórias ou de imaginar finais diferentes para os livros que lia. Sempre tive diários, desde muito nova, mas a primeira história que me lembro de escrever foi aos 12 anos. Naquela altura, publicar um livro parecia a coisa mais distante do mundo mas acho que o sonho nasceu aí. 





2. Conta-nos um pouco de como funciona o teu processo de escrita. Tens lugares específicos para escrever, faze-lo em silêncio ou com música e, planeias ao pormenor o enredo ou deixas a escrita fluir conforme vais escrevendo sem grandes planos?
Eu escrevo em qualquer lado: no comboio, nas aulas (vou torcer para que nenhum professor meu veja isto), no quarto, na cozinha… quanto a lugares não sou esquisita. Normalmente, escrevo sempre com música mas também depende do que estiver a escrever e de onde o estiver a fazer. 
Quando tenho uma ideia costumo pensar logo naquilo que quero que aconteça e costumo escrever um pequeno resumo com as ideias-chave. À medida que vou escrevendo é possível que aquilo que escrevi inicialmente siga outro rumo. Não seria a primeira vez que eu mudava de ideias ao fim de seis ou sete capítulos e escrevia tudo de novo.


sábado, 14 de novembro de 2015

Desafio | Maratona Aconchegante

Olá! Hoje venho dar-vos a conhecer mais uma das maratonas em que estou a participar: a maratona aconchegante que consiste em lermos o maior número de páginas possível até ao fim do mês.

Deixo-vos então com as regras desta maratona:
1- Tem a duração de 16 dias, isto é, começa no dia 14 de novembro e termina dia 30 de novembro;
2- Ler o máximo de páginas possíveis;
3- A Maratona é individual;
4- Não contam para esta Maratona livros do tipo graphic novels;
5- Podem ler os livros que quiserem dos autores que quiserem e de qualquer tipo de género literário;
6- Podem ler contos, dado que o que conta é o número de páginas;
7- Por cada livro de um escritor português nós atribuímos um bónus de 50 páginas, isto é uma forma de incentivar a ler escritores portugueses;
8- Podem fazer releituras caso vos apeteça recordar algum livro, assim como podem aproveitar para terminar aquele livro que está há tanto tempo ali parado;
9- Não se esqueçam que conta o número de páginas logo se vão terminar um livro devem referir isso dizendo em que página iam e em qual acabaram;
10- ACRESCENTEI AGORA AQUI EM CIMA APESAR DE ESTAR EM BAIXO ATENÇÃO PARA SEREM ATRIBUÍDAS AS 50 PÁGINAS DE BÓNUS POR LER ESCRITORES PORTUGUESES OS LIVROS TÊM DE SER LIDOS NA SUA TOTALIDADE E NÃO TERMINADOS. DESCULPEM NÃO TER COLOCADO AQUI EM CIMA ANTES. 


Aproveito também para vos mostrar as leituras que pretendo fazer, mas essencialmente terminar durate esta maratona.
E vocês estão a participar nesta maratona?

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Opinião | Quartos de hotel - Inês Pedrosa

Olá! Hoje é dia de uma opinião mais curtinha aqui no blog, infelizmente desta vez a opinião não é tão positiva quanto eu queria e gostaria, mas por vezes também passamos por leituras menos boas, no fim de contas tudo faz parte.
Título: Quartos de hotel
Autora: Inês Pedrosa
Editora: Diário de Notícias - Contos digitais
Edição/reimpressão: 2012
ISBN: 9789898507082
Páginas: 12
Sinopse: "Quartos de Hotel. Quartos de encontros, desencontros, reencontros, despedidas. A literatura. O amor. A Paixão. Desilusão. Quartos de Hotel. Quartos de Vidas."
Download: Podem baixar este conto aqui.

Opinião: Nem sempre é fácil os contos funcionarem bem devido às escassas páginas que possuem, pelo que por vezes se torna difícil condensar uma boa história nessas mesmas páginas e, para mim este conto é um exemplo perfeito disso. Para mim, infelizmente não funcionou.
Creio que o que está na base do facto de não ter gostado especialmente deste conto é o facto do mesmo ter ainda uma boa quantidade de personagens, o que fez com que o conto fala-se de todos eles mas de nenhum em concreto.
Este conto conta-nos a histórias de várias pessoas, principalmente de casais, que se vão encontrando em diversos quartos de hotel, sendo-nos portanto relatados alguns dos seus encontros e desencontros que acontecem com o passar do tempo naquele hotel.
Achei que as histórias de cada casal eram contadas de forma muito breve e que nem nos deixavam apreciar e conhecer devidamente as personagens, para vos dar um exemplo existem partes de casais que nem uma página ocupam.
De tudo isto, destaco positivamente o meu primeiro contacto com a escrita desta autora, da qual por acaso até que gostei muito.

Classificação: 

Playlist:
E vocês já leram ou querem ler este conto? Se sim, o que é acharam?

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Resumo mensal | Outubro 15

Olá! Confesso que não considero o mês de Outubro particularmente mau, no fim de contas o número de leituras foi igual ao do mês anterior e dado o facto de ter sido o mês de alguns ajustes e adaptações que geraram alguma falta de tempo posso considerar que este foi um mês muito positivo e espero que assim continue até ao fim do ano.

Leituras 

Durante o mês de Outubro terminei a leitura do livro Finale que tinha ficado por terminar no mês passdo, depois li em formato ebook Pelas ruas de uma cidade sem nome que já tem opinião no blog (aqui) e do qual gostei bastante, contudo o mesmo não se verificou na minha leitura do conto Quartos de Hotel, por fim li In Loving Memory Of que só o terminei agora no início do mês de Novembro, mas como está terminado no dia em que este post está sair decidi inclui-lo no resumo deste mês.

Aquisições


 
 
Só constatei a desgraça deste mês quando finalizei este post e me deparei com a quantidade de livros que tinha adquirido ao longo do mês de Outubro, mas calma porque isto vai parecer menos grave do que aquilo que parece. Ora comecemos pelo início, durante o mês de Outubro partilhei convosco que estavam a sair livros com preços muito simpáticos com as revistas e de todos comprei o Carícias da Noite porque é o segundo de uma trilogia que já tenho iniciada na estante, depois comprei a Noiva do Marquês de trazia de oferta o Jardim das Memórias e adquiri em segunda mão O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.
Depois temos os cedidos e oferecidos pelas editoras: Pelas ruas de uma cidade sem nome que pedi à editora e me foi cedido pela Coolbooks, A Marisa's Beautiful World e Contagem Decrescente que me foi enviado pela Chiado Editora e por fim o Desassossego da Liberdade que me foi enviado pelas Livros de Ontem.
Depois comprei A Rapariga-Corvo, Os Últimos Treze, Os Monstros Também Amam e Nunca Digas Adeus, nas promoções do continente e aproveitando uns cupões, tendo sido estes últimos dois oferecidos pela minha mãe. Comprei ainda o livro Morde-me porque estava realmente barato e por fim, o livro AVC do Amor foi-me enviado pelo autor em troca de uma opinião sincera aqui no blog.

Filmes

No que toca a filmes a coisa foi muito fraquinha no passado mês de Outubro, só vi o Annapolis porque apanhei-o a dar num Sábado à tarde na televisão, mas em contrapartida gostei bastante dele e espero ter oportunidade de partilhar a minha opinião brevemente aqui no blog.

Séries

No que diz respeito a séries não vi nada de nada, não só devido à falta de tempo, mas também porque as séries que sigo estão quase todas paradas e só voltam no início do ano que vem, contudo espero ter oportunidade de voltar a algumas séries que tenho atraso há já algum tempo.


Como foi o vosso mês de Outubro?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Opinião | Pelas ruas de uma cidade sem nome - Carla Ramalho

Olá! Hoje é dia de opinião de um livro que li recentemente e do qual gostei bastante. Este livro foi-me cedido pela Coolbooks, chancela da Porto Editora, à qual agradeço desde já a disponibilidade.

Título: Pelas ruas de uma cidade sem nome
Autora: Carla Ramalho
Editora: Coolbooks
Edição/reimpressão: 2015
ISBN: 978-989-766-044-3
Páginas: 132
Sinopse: "Uma prostituta que sonhava ser escritora. Um escritor que tinha desistido de sonhar. Uma estória que precisava ser contada.
Madalena, prostituta, perdida nas ruas de uma cidade sem nome, encontra na escrita o bálsamo para as exigências e a crueza da sua profissão. De noite suporta o peso dos homens que a procuram, de dia vagueia entre a solidão sufocante e o preconceito dos conservadores vizinhos. E é quando pensa que a vida já não a poderia surpreender que conhece João, um escritor que liberta os seus demónios no papel. As palavras que trocam e o combate aos pesadelos que os atormentam acabam por os levar numa sedutora mas perigosa descoberta. Quanto vale um amor verdadeiro? Quanto vale uma estória com princípio, meio e fim?"
Opinião: Este livro conta-nos a história de Madalena, prostituta por profissão, que certo dia se encontra com um desconhecido numa livraria que a aborda dizendo-se escritor e que gostaria de contar com ela para um projeto que tem em mãos. A forma como estes dois seres tão diferentes mas no fundo tão iguais se encontraram e se conhecem é bem improvável diria eu, a escritora podia ter optado por ter feito com que eles se conhecessem enquanto prostituta e cliente, mas não optou por algo diferente, menos provável e menos cliché e tenho a dizer-vos desde já que adorei isso. Adoro quando os escritores têm a capacidade de ir além daquilo a que já estamos tão habituados e quebram as barreiras do previsível.
     A relação destes dois vai-se solidificando aos poucos, se num primeiro encontro os dois trocam apenas alguns gostos que partilham e têm em comum, nos encontros que se seguem as coisas tornam-se mais sérias e ambos acabam por partilhar também algumas das angústias das suas vidas, compreendendo-se e apoiando-se mutuamente. 
   Para mim um dos pontos fortes deste livro foi sem dúvida a construção das personagens, principalmente a de Madalena que acaba por revelar-se o grande foco e a grande presença deste livro. Se por um lado temos uma mulher forte, cheia de sonhos e que vive a sua vida sem se deixar afetar pelos preconceitos alheios, por outro temos um homem igualmente forte, com um coração grande e que esconde alguns segredos e angústias, passando algumas delas para os seus livros sob um pseudónimo. 
     A história destes dois é um cruzar de duas vidas que embora muito distintas, acabam por ter muito mais do pensam e talvez desejam em comum. Um culminar de um amor que tem tudo para dar certo se forem feitas algumas cedências de ambas as partes. 
     Para mim a Carla Ramalho estreou-se neste mundo da escrita da melhor forma possível, não é fácil criar uma história com esta intensidade em tão poucas páginas e o melhor de tudo é que esta é uma história de vida e de amor que certamente agarra qualquer leitor porque a escrita dela é tão bonita e poética que é impossível não gostar, a sério. Sabem que mais? Eu senti ao longo deste livro que ele estava tão fiel à realidade quanto possível, porque quando os dois se conhecem as coisas não se revelam um mar de rosas como acontece em outros tantos romances. Foi realmente preciso que ambos encontrassem um ponto de equilíbrio e abrissem mão de algumas coisas para que a relação de ambos funcionasse realmente.
    E depois temos o pormenor de que este livro embora leve, retrata algo bem sério e presente na nossa sociedade: a prostituição. E se existem pessoas que fazem disso um estilo de vida quer porque gostam ou porque a vida assim as obrigou, então eu sou a favor de que isto deveria ser considerada uma profissão pelos mais variados motivos, mas acima de tudo porque enquanto sociedade devemos procurar evoluir e acredito que essa evolução passa muito por aceitarmos as escolhas de vida de cada um e por quebrar alguns dos preconceitos sem fundamento que ainda existem. 
     E por todos estes aspectos e outros tantos que não posso revelar por ser spoiler este livro leva as suas mais do que merecidas 5 estrelas.
"Não lhe podia exigir mais. Almas não se aprisionam. Vontades não se impõem. E espaços em bravo não se preenchem porque sim. Existem. Caminham connosco e um dia, eventualmente, serão preenchidos. Eventualmente."
Classificação: 

Playlist:


Esta leitura teve o apoio da Coolbooks que me enviou o exemplar em troca de uma opinião sincera.
E vocês. têm curiosidade de ler este livro?

domingo, 1 de novembro de 2015

TAG | Hábitos de leitura

Olá! Tenho inúmeras tags por responder eu sei, mas estão todas anotadas e pretendo responder-lhes, mas tenho visto várias youtubers a responderem a esta tag e não resisti a vir responder à mesma de modo a partilhar alguns dos meus hábitos de leitura e para ficar a conhecer alguns dos vossos.
1. Tens um lugar específico na casa para ler?
Não tenho nenhum lugar específico para ler, normalmente gosto de ler em qualquer lado, nos transportes públicos, numa esplanada, mas claro que prefiro sempre ler no meu quarto ou na sala de estar.

2. Marcador ou Pedaço de Papel?
Marcador sempre, se há coisa a que sempre me habituei foi a utilizar sempre um marcador de livros para marcar as minhas leituras pelo que não consigo fazê-lo com um pedaço de papel.

3. Consegues parar simplesmente de ler ou tem de ser sempre no final de um capítulo ou a um certo número de páginas?
Sim, consigo parar simplesmente de ler a meio de um capítulo, contudo evito ao máximo fazê-lo porque prefiro sempre parar a minha leitura no final de um capítulo. O grande problema é quando terminamos naqueles capítulos capítulos que nos deixam com aquela vontade de ler mais um e mais um.

4. Comes ou bebes enquanto lês?
Comer nunca como enquanto leio, mas agora no Outono e Inverno tenho sempre tendência a beber qualquer coisa quente enquanto leio.

5. Música ou TV enquanto lês?
Existem livros que gosto de ler na companhia de música, mas com a televisão já não porque distrai-me mais.

6. Um livro de cada vez ou vários ao mesmo tempo?
Eu tento sempre ler um livro de cada vez, mas ultimamente ando a voltar ao velho hábito de ler vários livros ao mesmo tempo.

7. Ler em casa ou em qualquer lugar?
Como já referi acima, leio em qualquer lugar, mas privilegio sempre as leituras no meu quarto ou na sala de estar.

8. Ler em voz alta ou silenciosamente?
Silenciosamente, sem dúvida.

9. Lês para a frente e/ou pulas páginas?
Leio sempre tudo seguido, mas tenho o horrível hábito de ir espreitar umas páginas à frente o que por vezes me estraga a leitura porque acabo por descobrir o que vai acontecer. É uma mania que eu tento sempre perder, mas vai na volta lá estou eu a fazer aquilo novamente.

10. Quebrar a lombada ou mantê-la como nova?
Confesso que prefiro mantê-la como nova, mas se quebrar também não é nenhum drama para mim, além disso à livros em que é quase impossível não quebrar a lombada devido ao seu tamanho ou às margens do texto.

11. Escreves ou fazes anotações nos livros?
Como também já tinha referido aqui no blog, utilizo sempre post-its ou quando não tenho post-its à mão tiro foto à página para mais tarde marcá-la. Escrever nos livros é mentira para mim, simplesmente não consigo fazê-lo.

12. Quem tagueias?